Om Mani Padme Hum
Outro dia estava pensando… Temos H-O-R-R-O-R a ficarmos presos! A-M-A-M-O-S a liberdade… Porém, estamos libertos de quê?”
De pensamento?… Enterrando fatos mastigadérrimos, que não existem mais, não somos um cemitério ambulante. De corpo… aceitando-se do jeito “perfeito” que é, e não do perfeitinho desta década?
Então tá, Bingo! O negócio é liberdade em ser “você” mesmo.
Paradoxo colossal
Somos “livres” e “presos”, tantos compromissos, leis, regras, costumes, horários, rotinas, obrigações… credo!
Caracas! Sempre a liberdade foi o tocante da humanidade! Ah, então beleza! Vamos viajar e tirar umas fériazinhas!
O corpo vai, mas à mente descontente, 15 dias nem molham a boca de praia seca. Pois logo logo, retorna-se ao pesadelo da realidade atenta. Isso aí… bingo again! “Estar em paz, para respirar a liberdade”.
Então diga lá: Qual é a chave para matar esta saudade? Ah… é “somente” com você, meu chapa! É problema seu! Você já teve “muitos” momentos compartilhados, inesquecíveis… Mas… teve “raros” em ser a sua própria e “melhor” companhia. Ei! Acorda! Lugar fora de você, é complemento! Pô, não perde tempo! O de fora satisfaz…
Mas ruim consigo mesmo, um porre é! Individualismo e egocentrismo não… Né? A liberdade está aqui, bem dentro de ti! Paz consigo mesmo… é “não dever nada a ninguém”. É não estar amarrado à dívida emocional por alguém. É nenhuma dívida material! Tantos encontros e desencontros… Sentimento não se abafa, se transmuta incondicionalmente.
Meu Deus, aja nó! É um jiló de enlouquecer… engolir amar sem ser amado! Ganhar e perder… outro porre, tenha dó! Diga lá, qual a mágica que traz a paz, a liberdade do coração? Mas as famílias querem proteção… Responsabilidade nos atos… então abrace a felicidade, faça o seu melhor!
Não durma não! … Chega de mentir a si mesmo e aos outros. É hora de acordar… Se perdoar. Por que não fez seu melhor? Era só um pouquinho de persistência, paciência… muito medo de amar! Calma, abaixe suas armas! As ondas vêm e vão… Guarde seu veneno! Aceite a realidade, você próprio a cavou, tá no fundão! Perdoe-se. Sei da sua raiva… você não mora na Vila dos Smurfs.
Posso lhe falar: é possível perdoar…
Você é divino… então compreenda o outro, meu amor.
Viu? Assim nasce a gratidão… e grandes ensinamentos virão! E, não se esqueça não… Seja G-R-A-T-O pelo Sol e pela Lua que “Ele te deu”… para lhe iluminar! Ah… isso é liberdade, é a loucura do paraíso! Você parece um anjo! Só que não tem asas… Posso ver em seu olhar, as estrelas que irá alcançar, numa cascata de luz.
Muito amor a você!
OM MANI PADME HUM significa receber a jóia da consciência divina no coração, para se alcançar a maestria da paz, na serenidade da força do amor divino que tudo cura e transcende.


