Elegância: a arte de encontrar seu estilo

“O verdadeiro ato da descoberta não consiste em encontrar novas terras, mas sim ver as mesmas com outros olhos”

Sarah Jessica Parker: exemplo de elegância

Dizem os estudiosos de psicologia comportamental, que os mecanismos que permitem ao ser humano manter um modelo empobrecido de mundo, são os mesmos que permitem que ele mantenha um modelo de mundo próspero e feliz. Trata–se apenas de uma escolha, feita a cada dia, a cada instante. As razões que nos levam a adotar este ou outro modelo, às vezes podem não ser conscientes, porém a decisão é sempre nossa e de mais ninguém.

Vocês já pararam para pensar assim? As distâncias entre os modelos que adotamos e os que gostaríamos de adotar, são muito, muito pequeninas. Com os temas elegância e deselegância acontece o mesmo. Para ser elegante, não existem métodos certos ou errados, que sejam independentes da pessoa que os emprega. ELEGÂNCIA É PRERROGATIVA DO “ELEGANTE”.

Não adianta um “banho de loja”, por melhor que esta seja, para transformar uma pessoa em elegante. Não acredite em tudo o que a propaganda grita para você.

Os chineses têm um velho provérbio que diz: “Se o homem errado usar o meio correto, o meio correto atuará de modo errado”. Elegância não requer apenas uma roupa, mas um desígnio, um projeto, o gesto adequado, o comportamento justo para assumir as roupas escolhidas. É necessário conhecimento, informação, tecnologia. Tornar-se elegante também é uma questão de cultura, um progresso cultural, que depende do aumento de repertório e do aumento da capacidade seletiva do indivíduo.

Para sermos elegantes, precisamos nos vestir corretamente, buscarmos nossa própria identidade e expressão.

Vestir-se bem não quer dizer usar belas roupas. Vestir-se bem é conhecer-se. Portanto ser elegante, quer dizer conhecer e controlar as mensagens que a vestimenta quer emitir. Ser elegante significa reconhecer-se, perceber-se como aquele que dá à existência formal a sua própria apresentação. Exige muito trabalho e dedicação, sim. Mas a deselegância também!!!! É tão difícil ser elegante como ser deselegante. Fazer algo certo ou fazer algo errado é uma opção apenas.

Lindsay Lohan: exemplo de falta de elegância

Às vezes fazemos uma opção “pseudo-elegante” meramente por falta de tempo e não por uma questão de alma, de essência pessoal. Mesmo assim estaremos sempre REPRESENTANDO ALGO. E esse algo passa a ser importante. Não esqueça: Elegância é uma oportunidade para você expressar o que há de melhor em você mesmo.

Você saberia dizer por que uma marca, uma modelagem, uma cor, soam adequadas para você? Quanto tempo você leva para se vestir todas as manhãs? O seu guarda roupa trabalha a seu favor ou contra você? Quantos empregos, quantas promoções você perdeu apenas por uma questão de aparências? Quantas vezes você comprou uma roupa caríssima, usou apenas uma vez, porque a cor ou o estilo não tinham nada a ver com você? Quantas vezes você viu uma t-shirt básica fazendo o efeito de um DIOR ?

No seio destas questões, surge uma luz: a “Arquitetura da Marca Pessoal e Identidade” , nova corrente de consultoria personalizada de estilo, que possibilita o enriquecimento do modelo pessoal, gerando uma linguagem crítica em relação à Moda, às situações e as linguagens em uso, ou seja, criando um projeto de conscientização de elegância para os indivíduos.

A “Arquitetura da Marca Pessoal e Identidade”, entre outros gains:

  • trabalha a confiança de saber quem você é, e como expressar a si mesmo, através de suas escolhas no vestir, apurando a sua escolha pessoal de linguagem;
  • constrói um repertório de estilo pessoal, dentro de uma perspectiva energética e tecnológica, sendo a auto–refência o estandarte da elegância de cada um;
  • cria harmonia e equilíbrio, vestindo a pessoa por inteiro; – identifica novas maneiras de expressão pessoal, mantidas ocultas pelas próprias pessoas; – projeta credibilidade e aumenta sua auto – estima e seu poder de comunicação;
  • fornece metodologia para identificação de conceitos, análise e interpretação dos vários segmentos da Moda;
  • trabalha um guia de princípios de leitura visual das formas e das cores, que acabam se transformando em fundamentos de moda pessoal;
  • realiza o potencial de beleza individual, com energia renovada;
  • ensina a pessoa a se sentir maravilhosamente bem e confortável todo o tempo;
  • o projeto pessoal transforma–se em manual pessoal de moda e estilo;
  • trabalha com o universo das roupas já existentes e assegura a decisão correta das compras futuras que se queira fazer;
  • a pessoa aprende a se vestir para viver e não viver para se vestir;

Um “Projeto Pessoal” permite ao indivíduo conhecer e potencializar sua própria elegância. A carência desta tecnologia, a ausência de desígnio ou projeto, pode ser notada no exemplo bastante comum, daquilo que é chamado “novorichismo”.

A tentativa de aumento rápido de repertório, sem a aquisição das informações ou o conhecimento necessário, gera a “típica deselegância dos emergentes”, aqueles que só fazem aparentar repertórios, ou vontades de repertórios mais amplos, porque simbolizam status social. Os resultados são catastróficos. É preconceito? Não! É constatação. Elegância não se adquire com dinheiro e sim com conhecimento.

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Edição 27

A Estilo Fashion é publicada semestral e contém assuntos váriados como moda, gastronomia, saúde, etc.

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