Dieta já para seu pet!

Obesidade em cães e gatos cresce e assusta donos de animaizinhos. Saiba como identificar os sinais da doença e proteger seu amigo

Alguns quilinhos a mais também podem ser prejudiciais aos seus bichinhos. Cães e gatos domésticos precisam de atenção dobrada quando o assunto é obesidade e a culpa não é só da alimentação em excesso. Confinamento em ambientes pequenos, falta de exercícios e até solidão podem ser fatores de risco à doença.

Sempre em forma

Assim como os humanos, é necessário controlar regularmente o peso do animal. “Como os animais não têm noção do perigo e das restrições à saúde provocadas pela obesidade, cabe aos donos fazer esse controle alimentar e incentivar a atividade física”, aponta Marcelo Quinzani, diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care em São Paulo.
Aproveite as horas de lazer para estimular seu pet a fazer exercícios. Prefira atividades que exijam movimentação, “Passeie na rua para fazer as necessidades, brinque com bolinhas, coloque a comida e água em partes diferentes da casa para andar de um lado a outro. A presença de um outro animal também pode ajudar no incentivo das atividades físicas e brincadeiras”, explica.

Com a idade avançada, o metabolismo tende a ser mais lento e é comum ganhar peso entre cinco e quatorze anos de vida, afirma Quinzani. Mas isso não é motivo para descuidar da saúde de seu companheiro. Mesmo para os mais velhinhos é importante se preocupar se o peso estiver de 15 a 20% acima do ideal – que é atingido entre 12 e 16 meses. O alerta serve também para animais castrados, pois costumam ganhar peso com mais facilidade.

Companhia é o melhor remédio

Passar horas sozinho e preso dentro de casa não é nada positivo para seu mascote. “O animal solitário tende a ficar mais quieto e deprimido ou simplesmente não tem o que fazer. Fazendo menos atividade física e dormindo mais, certamente vai ganhar mais peso”, afirma Quinzani.

É muito comum também pessoas que trabalham fora e passam grande parte do dia longe de casa deixarem muita comida para o animal. Para Marcelo Quinzani esse hábito pode fazer que o cão ou gato se alimente mais do que o necessário para uma vida saudável. O excesso de comida somado à inatividade física pode ser devastador. “O ideal é fracionar a dieta e ir dando aos poucos durante o dia, em duas ou três refeições.”, explica.

Fique atento

A obesidade não prejudica somente a mobilidade e disposição física do animal. Outras doenças graves podem estar diretamente relacionadas ao aumento de peso. Quinzani alerta para os perigos que esse mal pode ocasionar: “os mais comuns são a diabetes, pancreatite, distúrbios respiratórios, dores articulares, problemas de coluna, dificuldade de reprodução, entre outros”. A visita anual ao veterinário é essencial para detectar possíveis doenças ainda no início e fazer o controle da balança.

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