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Atualizado em terça-feira, 18 de maio, 2010

Por Nazareth Moreaux
Partindo de São Paulo, o melhor caminho para o Guarujá é a rodovia Anchieta-Imigrantes. Após descer a serra, segue-se pela Rodovia Domênico Rangoni ( Piaçaguera- Guarujá ). A viagem tem a duração aproximada de uma hora. Para os que preferem os ônibus, eles partem do terminal rodoviário do Jabaquara, são confortáveis e a viagem tem a duração de uma hora e vinte minutos.
A cidade tem o formato de um dragão e oferece os mais belos passeios e um encontro com a natureza que proporciona momentos inesquecíveis. Praias, trilhas próprias para caminhadas e uma infraestrutura de cidade grande com opções gastronômicas diversas proporcionam o conforto que os turistas merecem. Os que apreciam a história, poderão visitar os fortes da cidade. As praias são belíssimas. Algumas de fácil acesso, outras com acesso através de trilhas, descortinam o agreste.
Os passeios de escuna são fantásticos e para os desportistas existem pranchas e acessórios esportivos para locação. Empresas organizam citytours, mostrando as belezas da paradisíaca ilha e conduzindo os turistas aos locais cheios de glamour como a Villa Jequitimar no Sofitel Jequitimar. O charme, a beleza estão presentes e justificam o codinome: Pérola do Atlântico.
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Atualizado em quinta-feira, 15 de abril, 2010

Holambra tem uma população estimada em 10 mil habitantes, mas é considerada referência nacional de floricultura. Caracterizada pela grande concentração de propriedades rurais dedicadas ao cultivo de flores e plantas ornamentais, ela não é conhecida como a Cidade das Flores por acaso: o município ostenta atualmente o título de maior produtor e centro de comercialização de flores e plantas ornamentais do País, respondendo por aproximadamente de 35% dos dois setores.
Localizada na saída 140 da Rodovia Campinas-Mogi-Mirim, interior de São Paulo, a antiga colônia holandesa é sede, anualmente, da Expoflora, maior evento de flores e plantas ornamentais da América Latina.
A Expoflora atrai, por ano, cerca de 300 mil turistas – 3.000% da população da cidade. Os turistas encantam-se com o colorido e a beleza das flores. A cidade mantém forte presença da cultura holandesa no incentivo aos grupos de danças típicas, que reúnem cerca de 300 integrantes, na culinária de seus restaurantes e confeitarias e na arquitetura dos imóveis.
O charme da festa é garantido pelas tradições holandesas mantidas pelos imigrantes e seus descendentes que incluem a arquitetura, culinária típica, danças e costumes. O evento ocupa uma área total de 250 mil metros quadrados e recebeu, esse ano, investimentos na ordem R$ 3,5 milhões.
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Atualizado em terça-feira, 6 de abril, 2010
Passeio é ideal para quem quer aproveitar a natureza em meio a riquezas históricas. Os parques ecológicos da cidade também propiciam a educação ambiental durante o turismo escolar.
Por Crystianne Corrêa

A cidade de Salto é o destino ideal para quem quer aproveitar o final de semana em meio a belezas naturais, sem se afastar muito de São Paulo, e ainda conhecer pontos turísticos de grande valor histórico. Os amantes da natureza encontram na cidade, que fica a apenas 100 quilômetros da Capital paulista, dois parques ecológicos com completa infra-estrutura para receber os turistas: o Parque de Lavras e o Parque do Lago.
Com cerca de 140 mil metros quadrados, o Parque de Lavras abriga a segunda usina hidrelétrica construída no rio Tietê, entre os anos de 1904 e 1906. Edificada em blocos de granito róseo, a usina de Lavras sofreu uma grande inundação em 1929, ficando paralisada por 7 anos. Quando voltou a operar, funcionava como unidade complementar à usina Porto Góes, inaugurada em 1927. Já obsoleta, foi deixada em estado de abandono até que, em 1971, a Prefeitura adquiriu a propriedade. Vinte anos depois, toda a área da usina começou a ser revitalizada por meio da implantação do Parque de Lavras, inaugurado em 1992.
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Atualizado em quinta-feira, 1 de abril, 2010
Pista de patinação ecológica é a mais recente atração de Monte Verde
Por Crystianne Corrêa

A sensação é a mesma de deslizar sobre o gelo, mas a pista, fabricada na Alemanha, não usa gases que destroem a camada de ozônio ou outro produto químico.
Monte Verde, estância turística do Sul de Minas, acaba de ganhar mais uma atração: uma pista de patinação permanente e ecológica, bem de acordo com o espírito de preservação que domina a natureza privilegiada da região. Desenvolvida na Alemanha, a nova pista não usa nenhum tipo de gás ou qualquer outro produto químico. É um rinque seco, que não agride a camada de ozônio e dispensa o uso de energia elétrica. Com uma área de 240 m², a nova pista permanente fica dentro do Hotel Cabeça de Boi, conta com monitores especializados e funciona todos os dias, das 11h às 20h. Hóspedes do hotel não pagam pela diversão. Para visitantes, a patinação sai por R$ 35,00 meia hora.
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Atualizado em quarta-feira, 31 de março, 2010

Encravada de coqueiros, jangadas e barcos de pescadores, a Orla Marítima de Maceió parece saída de um cenário dos livros de Jorge Amado (mesmo não estando na Bahia). Berço de personalidades como Djavan e Aurélio Buarque de Holanda, a região se destaca pela suas águas mornas e piscinas naturais, banhadas de sol durante o ano todo.
As principais atrações, além da culinária e do folclore regional, ficam por conta das praias deste pedaço da capital alagoana, onde se destacam Pajuçara, Ponta Verde e Jatiúca. Todas elas, destinos obrigatórios no roteiro litorâneo nacional, que vêm atraindo turistas de todas as partes do mundo, interessados em conhecer um pouco mais desse lugar paradisíaco, conhecido como popularmente como “Caribe Brasileiro”
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Atualizado em sexta-feira, 26 de março, 2010
Verdadeiro paraíso ecológico, o vilarejo encravado na Serra da Mantiqueira agrada crianças, jovens e adultos em busca da natureza preservada, de turismo equilibrado e de muito sossego.

Crystianne Corrêa
Baixas temperaturas, clima romântico e natureza privilegiada são praticamente sinônimos de Monte Verde, distrito de Camanducaia, Cidade ao Sul de Minas Gerais. Cercada pelas montanhas da Serra da Mantiqueira, Monte Verde fica a mais de 1.500m de altitude e freqüentemente é chamada de Suíça brasileira. O charme da arquitetura local, a natureza, a estrutura turística e a gastronomia incentivam a comparação. Monte Verde tem belíssimas casas em estilo europeu, morros, pedras, picos, cerca de 120 hotéis e pousadas, e inúmeros bares e restaurantes que encantam tanto pela simplicidade da comida mineira como pelo sofisticado fondue ou pelos exóticos pratos com carne de javali criados na região.
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Atualizado em terça-feira, 23 de março, 2010
Itapecerica era um aldeamento indígena, fundado no século XVII pelos padres da Companhia de Jesus, sob a proteção de Nossa Senhora dos Prazeres (hoje Padroeira da Cidade).

A igreja que leva o nome da santa foi erguida pelos Jesuítas com terra socada (taipa) e havia um prolongamento da construção que servia de convento e abrigo para os padres, sendo essa parte demolida a mais de meio século.
A aldeia foi crescendo ao redor da igreja. Em 1689, a capela de Itapecerica contava com mais de 900 almas sob a proteção espiritual do Diogo Machado, da Companhia de Jesus.
Com a vinda dos indios da aldeia de Carapicuíba, trazidos pelo Padre Afonso Sardinha e doutrinados pelo Padre Belchior de Pontes, a população indígena de Itapecerica aumentou consideravelmente.
Em 1827, com a imigração alemã para esta região, custeada pelo governo Brasileiro, o aldeamento indígena foi transformado em colônia, implantando assim o primeiro marco para o desenvolvimento da região.
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Atualizado em terça-feira, 16 de março, 2010
A série de CDs com narrações detalhadas das principais atrações turísticas começa com Nova York, Barcelona e Rio de Janeiro.
Crystianne Corrêa

Um guia de turismo personalizado, disponível para acompanhar o viajante 24 horas por dia, sete dias por semana. Este sonho de consumo de muitos turistas agora virou realidade. A editora Nossa Cultura, especializada em audiolivros, está lançando uma coleção inovadora no mercado brasileiro, os Audioguias. São CDs que descrevem em detalhes as principais construções e pontos turísticos. Com o audioguia, o turista pode ouvir todas as informações sobre o local escolhido no exato momento em que realiza a visita.
Visitas guiadas por áudio são comuns na Europa e nos Estados Unidos. A Fundació Miró, em Barcelona (Espanha), por exemplo, oferece aos visitantes a possibilidade de alugar audioguias elaborados pelo próprio museu, que narram a trajetória do escultor e pintor surrealista catalão Joan Miró (1893-1983) e contextualizam as obras ali expostas. Os turistas brasileiros, porém, enfrentam uma barreira para utilizar esses guias disponibilizados por museus e edificações históricas: o idioma. Dificilmente há audioguias em português. A não ser que seja fluente em outra língua, provavelmente o turista perderá algumas informações importantes.
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Atualizado em terça-feira, 16 de março, 2010

Cabral ao encontrar a costa brasileira, escolheu uma enseada larga e de águas profundas que foi chamada de Baía Cabrália e hoje é conhecida por Santa Cruz Cabrália, por ser o lugar mais seguro para atracar na região. Com praias de águas calmas, devido aos arrecifes, a praia de Santo André, distrito de Santa Cruz, ainda é uma pequena vila de pescadores, com charmosas pousadas, hotéis, restaurantes, sem falar na conhecida hospitalidade baiana, que é ponto de partida para conhecer as belezas da região.
Um dos passeios é a saída com destino à cidade de Belmonte, pequena vila, que teve seu apogeu no auge do ciclo do cacau. A grande pedida é navegar de lancha pelos estreitos canais no Rio Passuí, passando por túneis de mangue. A Associação Pataxó de Ecoturismo oferece atividades como palestra interativa, caminhada interpretativa na Mata Atlântica e ritual indígena com a participação dos presentes, objetivando a geração sustentável de renda e preservação da floresta, além do resgate e afirmação da cultura Pataxó. é ainda uma boa oportunidade para conhecer os costumes desses moradores milenares da região.
Atualizado em terça-feira, 16 de março, 2010

Se você procura um lugar realmente tranqüilo e aconchegante na região dos lençóis, há não dúvida: visite Caburé. Localizada em uma ponta de areia (apenas 350 metros separam o mar do Rio Preguiças), esta pequena vila de pescadores aos poucos vai cedendo espaço a pousadas rústicas. O nome homenageia uma espécie de coruja que vivia na região. As redes espalhadas pelas varandas dos chalés são o ponto de encontro no fim de tarde, quando o sol se esconde na foz do rio Preguiças. Ainda no pôr-do-sol, vale assistir à revoada das garças, que passam do lado oposto do rio, voltando com alimentos para os ninhais.
“Atacada” pela areia que chega com a ventania, a estrutura de Caburé aos poucos vai sendo enterrada pela natureza. Por isso, há quem diga que o próximo destino do turismo é o vilarejo de Atins, que fica a meia hora de barco dali, no encontro do rio Preguiças com o mar. De Atins são cerca de 40 minutos de caminhada até os Grandes Lençóis, por isso a vila é o ponto de partida ideal para os adeptos da caminhada. Caburé está há 1h de Barreirinhas, se sua opção for uma lancha voadeira. Mais barato, porém bem mais lento, o barco de linha usado pelos moradores da região faz diariamente o caminho de ida e volta entre Barreirinhas e Atins.
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