» Etiqueta
Atualizado em quinta-feira, 20 de maio, 2010

Por Fábio Arruda
Tornar mais fácil e profícuo o relacionamento entre as pessoas independente de classe sociocultural ou financeira
Essa é a definição a respeito de Etiqueta dada atualmente por alguns sociólogos e estudiosos do comportamento humano. E acreditem, é a mais pura verdade.
O início dessa definição de códigos de comportamento estabelecidos é bem antigo. Livros portugueses dos séculos XV e XVI guardam relatos de algumas normas tais como: “Lavar a roupa (íntima) branca uma vez ao mês” ou” Ter sempre um grande tapete no chão da sala para esquentar os pés das visitas”.
O real patrono da Etiqueta como a conhecemos foi Luís XIV – o Rei Sol – que decidiu no século XVII construir a casa mais fabulosa que já fora vista, o palácio de Versailles.
Movido por sua vaidade exagerada queria que os demais confirmassem sua afirmação de ser a França o reino mais elegante do mundo.
Vamos entender que quase cinco séculos se passaram e lavar a roupa íntima a cada trinta dias é algo absurdo para os padrões de higiene atuais, mas pensar num tapete como objeto de conforto para quem nos visita, continua sendo uma ideia muito gentil. Os motivos do Rei Sol podem não ter sido os mais nobres, mas desencadearam um enorme avanço nas relações humanas.
Quando quis receber outros reis e seus nobres se deparou com um problema que existe até hoje: os vícios de comportamento. As pessoas de sua corte sempre conviveram entre si e a falta de diferentes padrões ou culturas gerou acomodação, um passo para o descaso e relaxo total.
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Atualizado em quinta-feira, 15 de abril, 2010
No mês de Dezembro ficamos tomados por uma série de sensações especiais. É o momento em que fazemos um balanço de tudo o que aconteceu durante o ano, medimos prós e contras, e esperamos chegar num saldo positivo.

Por Fábio Arruda
Nada mais comum do aquele comentário famoso: “O ano já passou. Nossa! O tempo voou…”.
Sempre temos a sensação de que a cada ano o tempo está passando mais depressa. Mas isso é consequência do momento, pois quando paramos para avaliar se realmente fizemos tudo o que gostaríamos e deveríamos ter feito, é comum sentirmos que o tempo foi curto.
Mas esse momento de reflexão e organização de ideias é um momento cheio de perspectivas direcionadas para o futuro, pois mais um ano vem aí. E ter projetos em mente nos estimula, e é o que dá o pique para buscarmos cada vez mais fazer ainda melhor aquilo que somos capazes – e sempre aprender a fazer mais.
A melhor parte de tudo isso é que esta época vem embalada pelo Natal e o Reveillon. O espírito natalino é, sem dúvida, um dos maiores fatores de união entre amigos, famílias, povos. Independente da crença religiosa, este sentimento de Paz, Amor e Fraternidade parece tomar conta do mundo. E assim como nos emociona, também nos estimula a trocar coisas boas e positivas com os que estão à nossa volta.
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Atualizado em quarta-feira, 14 de abril, 2010
Vivemos em uma democracia, graças a Deus, e temos o direito, por meio do voto, de escolher os nossos políticos. Quanto a escolhas bem ou mal feitas, não é meu papel julgá-las. Agora, ligar a televisão e assistir àquele espetáculo ridículo em que, em meio a mentiras e roubalheiras, os nossos então dignos escolhidos se ofendem, xingam e debocham uns dos outros e, por conseguinte de todos nós, telespectadores… isso não! Tudo tem limite.

As regras da Etiqueta, códigos de comportamento estabelecidos para um melhor e mais proveitoso relacionamento entre as pessoas que fazem parte de uma mesma sociedade, nesse caso a Nação, foram completamente esquecidas, uma vez que o respeito pelo espaço e direito do próximo é algo básico.
A elegância está nos mínimos gestos, como no bom exercício da cidadania. Entender que temos direitos e deveres – e cumpri-los de forma decente e íntegra. Nada pode ser mais chique do que agir com retidão de caráter.
Pequenas coisas – como respeitar os idosos, entender que filas existem para organizar, e lembrar que mulheres grávidas são um presente para o mundo, e devem ser tratadas como tal – representam as bases da existência e convívio.
Os portadores de deficiências físicas já se esforçam muito para integrar nossa sociedade. Nada nos custa admirá-los. E logo inseri-los, com a dignidade que merecem, dentro do nosso cotidiano.
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