Om Mani Padme Hum
Atualizado em terça-feira, 20 de julho, 2010Por Júlia Blanque
Outro dia estava pensando…
Temos H-O-R-R-O-R a ficar presos!
A-M-A-M-O-S a liberdade… Porém,
“estar liberto de quê?”
De pensamento?… Enterrando fatos mastigadérrimos, que não existem mais, não somos um cemitério ambulante. De corpo? … aceitando-se do jeito “perfeito” que é, e não do perfeitinho desta década?
Então tá, – Bingo! O negócio é liberdade em ser “você” mesmo.
Paradoxo colossal:
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Somos “livres” e “presos”, tantos compromissos, leis, regras, costumes, horários, rotinas, obrigações… credo!
Caracas! Sempre a liberdade foi o tocante da humanidade! Ah, então beleza! Vamos viajar e tirar umas feriazinhas!
O corpo vai, mas à mente descontente, 15 dias nem molham a boca de praia seca. Pois logo logo, retorna-se ao pesadelo da realidade atenta. Isso aí… bingo again! “Estar em paz, para respirar a liberdade”.
Então diga lá: Qual é a chave para matar esta saudade? Ah… é “somente” com você, meu chapa! É problema seu! Você já teve “muitos” momentos compartilhados, inesquecíveis… Mas… teve “raros” em ser a sua própria e “melhor” companhia. Ei! Acorda! Lugar fora de você, é complemento! Pô, não perde tempo! O de fora satisfaz…



