Astrologia

Urano é o deus do firmamento, do espaço ilimitado e o mais velho dos deuses

Ele une-se à Gaia, à Terra, o chão, à primeira manifestação da matéria. Elementos diferentes que se unem e começam a povoar o mundo: nasce o sentimento da Criação – o Cosmo! O concreto e a liberdade infinita unidos, geram forças violentas, desregradas e primitivas. Esses são os filhos que começam a povoar o Cosmo. São conhecidos como Titãs: forças destruidoras, violentos, indomáveis que os desconhecem o potencial da força da Criação. Urano não quer os filhos feios e devastadores que tem (é mais fácil o pai rejeitar o filho) e os mantêm presos no ventre de Gaia, a mãe Terra.

Ela se revolta contra a atitude de Urano e rebela-se por não aguentar os filhos violentos e um fecundar contínuo.

Consegue retê-los só por um determinado tempo (o tempo de gestar) porque a vida tem força e sempre segue seu curso.

Os filhos são forças concretas que querem a herança do pai: a liberdade do infinito. Gaia para ter liberdade e dá-la também aos filhos pede a eles que castrem o pai e quem aceita a tarefa é Saturno, quem detém o tempo. O tempo que tudo controla, que tudo comanda!

Gaia dá a Saturno uma foice, o símbolo da morte, não a morte física e sim a morte de um tempo de subjugação, que impede a evolução. A foice também é um símbolo da colheita e do processo de renascimento da natureza. Quando o sangue de Urano cai na Terra, ocorre a última fecundação, dando origem às Eríneas, denominadas vingadoras do crime, donas do ciúme e dos desejos incontrolados.

Gaia tem medo dos filhos violentos e por isso de tempos em tempos exige deles lições de respeito e de obediência. A forma da mãe Terra se impor diante deles é por meio das catástrofes, dos finais feitos com dor, para que nada caia no esquecimento do tempo.

Estamos vivendo um momento cósmico no qual o imaginário mitológico demonstra como o homem está cuidando do Planeta em que vive. Lembra que mudanças drásticas foram feitas em períodos anteriores e quando o saldo é negativo a força da Natureza se impõe exigindo alterações de conduta. E, para isso, a ferramenta que o Cosmo tem é colocar alguns Planetas em posições de comando para que seja feito o trabalho de reforma e de limpeza. Não só reforma e limpeza físicas: mares, terras, ar, mas também limpeza e reforma nas emoções, nas crenças religiosas, nos códigos e nas normas morais e éticas da sociedade, da política e das empresas.

Por desobedecer ou ignorar o respeito pelo Planeta Terra estamos assistindo a um processo lento de destruição e de comprometimento do nosso sustento. Os planetas Urano, Saturno, Júpiter e Plutão: avô, filho e netos respectivamente, indicam que é hora de tomar consciência, estamos no auge do tempo indicado por eles. Urano se posiciona em Áries – o início – durante os próximos 7 anos e Plutão, posiciona- -se em Capricórnio – a responsabilidade – durante os próximos 13 anos, tempo onde assistiremos a Natureza pedindo socorro e castigando as almas frágeis por nada fazerem.

Esse posicionamento Planetário já foi observado e vivido em tempos passados e não longínquos e mostraram a necessidade da retomada do respeito e da ordem. Recusar-se a mudar é arcar com sofrimento para o homem e para tudo o que tem vida e nos cerca, através de guerras, epidemias, cataclismas e subjugações sociais e políticas.

Quando Urano entra no signo de Áries estimula:

  • coragem para a mudança;
  • inconformismo com as situações gastas e ultrajadas;
  • abertura de novos caminhos sem individualismo, pensando no outro com quem se divide o espaço e a terra;
  • utilização da técnica e da tecnologia que apressa o processo da conquista;
  • gosto pela verdade e pela transparência (algo que o governo começou a fazer de forma tímida com suas contas, devendo se intensificar);
  • respeito pelos antepassados e pela família.

Os ciclos anteriores de Urano em Áries aconteceu nos períodos de: 1844/1852 e 1927/1935. Revisitar a história é importante!
Quando Plutão entra no signo de Capricórnio indica:

  • transformações políticas;
  • final de submissão frente a governos desgastados, abusivos e corruptos;
  • transformações profundas nas estruturas políticas e sociais;
  • demonstração de que o poder não está nas instituições e sim no homem que respeita a terra e seu semelhante;
  • revisão sobre as prioridades orçamentárias do homem frente ao consumismo da época;
  • eliminação da falsidade, da superficialidade e do enganoso.

O ciclo anterior de Plutão em Capricórnio ocorreu no período de: 1754/1763, em que se deu a declaração da Independência Americana, a Revolução Industrial etc.

Quando começar? AGORA! Porque já estamos assistindo à Terra e ao homem sendo castigados pela falta de respeito em todos os níveis. O Tempo e o Espaço estão juntos com a expansão e a mudança, permitindo o recomeço, com respeito, ordem, irmandade, honestidade e amorosidade.

Respeitar os presságios do céu é acreditar na Força Superior que nos governa e faz a vida brotar de forma infinita.

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Edição 27

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